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Como a reunião do Copom pode impactar seus rendimentos?

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O Copom, Comitê de Política Monetária do Banco Central do Brasil, se reuniu nos dias 18 e 19 de junho para decidir, entre outras coisas, o rumo de um dos principais índices que impacta diretamente os rendimentos das carteiras de investimentos de muitos brasileiros: a taxa Selic.

Em decisão unânime e pela décima reunião seguida, o Copom manteve a Selic inalterada em 6,5% ao ano, seu patamar mínimo desde que foi criada em 1979.

Em comunicado, o Banco Central justifica a decisão afirmando que dados mais recentes indicam interrupção na recuperação da economia ao longo dos últimos trimestres, mostrando que o processo deve acontecer de maneira gradual. Ainda de acordo com o BC, o risco mais preponderante no momento é o da não aprovação das reformas para sanear as finanças públicas, que pode afetar prêmios de risco e elevar a trajetória da inflação. Esse comunicado sugere que o BC ainda está cauteloso com relação à tramitação da pauta no Congresso.

A reunião do Copom aconteceu no mesmo dia em que o Federal Reserve, o Banco Central dos Estados Unidos, também anunciou a manutenção da taxa-alvo de juros na faixa de 2,25% a 2,5%, apesar das pressões do presidente Donald Trump para baixá-los, com o objetivo de aquecer a atividade econômica nos Estados Unidos.

Tendo em vista as incertezas e as baixas pressões inflacionárias, o Fomc, como é o chamado o comitê, afirmou em comunicado que irá monitorar de perto as implicações dos próximos indicadores para as perspectivas econômicas e agirá como for apropriado para sustentar a expansão econômica.

Além do anúncio sobre os juros, o FED manteve as previsões de crescimento dos Estados Unidos de 2,1% para este ano e de 2% para 2020. Já a projeção de inflação para este ano caiu de 1,8% - feita há três meses - para 1,5%, abaixo da meta de 2%.

Mas afinal, qual é o impacto disso tudo nos seus investimentos?

É extremamente importante para o investidor acompanhar a evolução desses índices, especialmente a Selic, que é um indexador que influencia não apenas o rendimento de algumas aplicações de renda fixa, como o comportamento de outros indexadores como, o IPCA e o CDI. Além disso, a taxa Selic é tida como referência para a precificação dos demais juros brasileiros. Por isso, entender seu comportamento e perspectivas ajuda você a se preparar para os mais diversos cenários e possibilidades.

Com a Selic em seu piso histórico e o mercado estimando uma probabilidade cada vez maior de aprovação das reformas, um cenário possível seria o de ainda mais cortes de juros a partir do terceiro trimestre.

Por outro lado, caso as reformas propostas pelo governo não aconteçam conforme previsto, o mercado provavelmente responderia elevando a taxa de juros, beneficiando diretamente as aplicações de renda fixa como Fundos DI e CDB, por exemplo.

Para entender com maior profundidade esses e outros possíveis cenários, impactos e eventuais ajustes necessários para a sua carteira, converse com um especialista da RB Investimentos. Definir quais investimentos e o percentual de recursos que será destinado para cada um deles é uma decisão que deve contar com a ajuda do gestor da carteira, que irá buscar a melhor rentabilidade ao menor risco possível. Abra sua conta e viva uma nova experiência em investimentos.

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