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Como saber qual é o meu perfil de investidor

Melhor escolha

Decidir entre renda fixa, renda variável ou fundos, por exemplo, parece ser tarefa fácil apenas para quem já é investidor. Que nada!

A primeira avaliação que você deve fazer é quanto ao seu perfil de risco. Ações, câmbio e derivativos, por exemplo, costumam ser as alternativas mais atraentes para quem busca uma chance de aumentar seus ganhos, mas que sabe que poderá correr riscos para chegar lá. Quem não tem afinidade com esses tipos de produtos financeiros pode recorrer a opções como o Tesouro Direto, CDB, Fundos, entre outros. Por essa breve descrição sobre a diferença entre os perfis já dá para você se sentir mais confortável na hora de definir onde aplicar seu dinheiro.

Mas é possível aproveitar essas alternativas disponíveis e tentar buscar a diversificação entre produtos mais arrojados, com possibilidade de gerar um retorno maior, e aqueles com possibilidade de ganho mais conservador, porém mais seguros. No caso da renda fixa, vale levar em consideração que ela se torna menos atraente à medida que os juros caem – como temos visto no Brasil. Na reunião mais recente do Comitê de Política Monetária – a primeira com o novo presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto -, a decisão foi pela manutenção da taxa básica de juros em 6,5% ao ano.

Outra característica da renda fixa – que é classificado entre prefixado e pós-fixado - é que temos acesso aos parâmetros que definem seu rendimento antecipadamente. Mas não confunda isso com o conhecimento prévio sobre de quanto será o retorno exato do investimento.

No caso da renda fixa prefixada, é possível saber qual será o rendimento da aplicação assim que o aporte é feito. Mas isso só acontece se o investidor permanecer naquele produto até o seu vencimento. Quando falamos de renda fixa com taxa pós-fixada, a regra é outra. Os rendimentos estão atrelados a algum tipo de indicador, como Certificado de Depósito Interbancário (o conhecido CDI), o IPCA (índice oficial da inflação o país), a Taxa Selic, definida pelo Copom, ou a taxa DI (que acompanha a Selic). Tudo isso está atrelado a fatores macroeconômicos. Mas não se preocupe. Estaremos junto com você para ajudá-lo a definir quais opções são mais ideais para você.

Quando falamos de renda variável fica mais fácil entender: os ganhos oscilam. É assim, por exemplo, no mercado de ações, com cotações que sobem ou papéis que perdem valor em único dia. Por outro lado, esse é o tipo de investimento mais adequado quando estamos em um momento como o atual, com juros baixos, e é preciso buscar formas de aumentar os ganhos. Por ora, não há indicativos que haja no Brasil uma mudança quanto aos juros em patamares mais baixos e inflação dentro da meta, o que dá um protagonismo ainda maior à renda variável. Mas nem por isso você deve deixar de ter em mente a importância de buscar uma carteira de investimentos equilibrada, com produtos com diferentes características, que combinem a busca por mais ganhos com uma proteção.

Na categoria renda variável, estão incluídas modalidades de investimento com ações, derivativos, fundos de investimento imobiliário (os FIIs), fundos de ações e as commodities. Aconselhamos ter em mente investir em renda variável no médio e longo prazo.

Além dessas informações, no site da RB Investimentos, você pode entender em qual perfil de investidor você se encaixa e assim facilitar ainda mais a sua tomada de decisão. Clique aqui para abrir sua conta e traçar o seu perfil de investidor.

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