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Investimentos para Pessoa Jurídica: dicas importantes para investir com a sua empresa

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Aqui no Papo em Alta você encontra diversas informações relevantes para investir com conhecimento e realizar os planos para o seu patrimônio pessoal. No entanto, uma dúvida comum a muitos de nossos investidores que também são empreendedores é: Como investir como pessoa jurídica? Onde aplicar o capital de giro ou a reserva para futuros investimentos no negócio?


Antes de mais nada, é importante destacar que os investimentos são fundamentais para melhorar a gestão financeira de uma empresa. Um erro muito comum é deixar o seu capital de giro e reservas estagnados na conta corrente, principalmente por conta da inflação. Quando isso acontece, a empresa não está apenas deixando de ganhar com o investimento, está, de fato, perdendo dinheiro. Assim como na pessoa física, você precisa fazer com que o dinheiro trabalhe em favor do negócio. Isso significa que a sobra de recursos nunca deve ficar parada, mesmo que esteja sendo poupada para ampliar a estrutura ou pagar o 13º salário dos colaboradores, por exemplo.


Com um bom planejamento, é possível manter as contas em dia, com uma reserva de segurança para possíveis emergências em investimentos de curto prazo e ainda uma manter uma parcela do capital em aplicações de longo prazo. Além disso, investindo de forma assertiva, você evita a necessidade de recorrer ao crédito e passa a receber juros do banco, ao invés de pagar. 


Mas afinal, qual seria o melhor investimento para pessoas jurídicas?


Assim como no caso do investidor pessoa física, não existe resposta pronta para essa pergunta. Tudo vai depender dos objetivos do negócio e seu perfil de risco. 


É importante mencionar que a quantidade de opções de investimentos para empresas é um pouco mais restrita do que para pessoas físicas, mas ainda assim, existem possibilidades muito interessantes para gerar rendimentos em curto, médio ou longo prazo, como o CBD, uma das modalidades mais populares para Pessoa Jurídica, pois oferece diferentes prazos, boa liquidez e rentabilidade, com baixo risco. Entre as outras opções podemos destacar os fundos DI, fundos de Crédito Privado e as debêntures.


Como escolher a melhor opção para o meu negócio?


Quando falamos em investimentos não há uma regra geral que se aplique a todos, no entanto, é importante nos atentarmos à algumas questões fundamentais inerentes ao universo da pessoa jurídica: 


1) Liquidez


Quando falamos na liquidez de um investimento, falamos do tempo que levará para aquele dinheiro estar à sua disposição, a partir do momento em que o resgate é solicitado. 


Para as empresas, a liquidez é essencial, já que um negócio pode exigir aportes imprevisíveis, como por exemplo para uma oportunidade pontual de compra de estoque, uma questão legal ou trabalhista, ou ainda, um reparo inadiável em maquinário, por exemplo. 


2)  Perfil de Investidor 


O perfil de investidor é classificado da mesma forma para pessoas físicas e jurídicas, de acordo com o risco e liquidez desejados.


Aqui é importante fazer uma ressalva. Mesmo que você, pessoalmente, seja um investidor moderado ou agressivo, esse perfil só faz sentido quando há um amplo horizonte de investimentos. No entanto, quando falamos de empresas, o fator liquidez pesa mais e por conta disso, investimentos agressivos tendem a ser menos indicados, por possuírem maiores flutuações.


No site da RB Investimentos, você pode entender em qual perfil de investidor você e sua empresa se encaixam e assim, facilitar a sua tomada de decisão.


3)  Regras de tributação


Outra colocação importante é que existem regras e benefícios para pessoas físicas que não se aplicam às pessoas jurídicas. É o caso dos rendimentos sobre LCI, LCA, CRI e Debentures Incentivadas que são isentos para pessoas físicas e não o são para as jurídicas.


Da mesma forma, as operações comuns em ações cujo ganho líquido auferido não ultrapasse os R$ 20 mil em um único mês tem os rendimentos isentos de imposto de renda somente para pessoas físicas.


Conclusão 


Na hora de planejar os investimentos da sua empresa, você deve levar em conta critérios como tributação, liquidez e risco, além de observar o impacto do cenário macroeconômico no longo prazo.


Ao montar a sua carteira, procure diversificar as aplicações para pulverizar o risco e ter a possibilidade de resgatar dinheiro, sempre que necessário. Para isso, é essencial analisar e projetar os cenários futuros e equilibrar o portfólio com renda fixa e variável, em diferentes ativos. 


Nossos assessores especializados estão à sua disposição para apoiá-lo nesse processo e encontrar as melhores opções para atingir os objetivos da sua empresa. Abra sua conta e viva uma nova experiência em investimentos. 



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