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RB News: veja as principais notícias de agosto

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Investir bem é investir com conhecimento. Para isso, ajudamos você a acompanhar os principais acontecimentos econômicos e políticos do último mês que tiveram impacto no mercado financeiro.


Confira os destaques de agosto:

“Governo estuda tudo”, diz Bolsonaro sobre possível privatização da Petrobras

O Governo Jair Bolsonaro anunciou em agosto a relação de 14 empresas estatais brasileiras que iniciarão o processo de privatização ainda este ano, com a expectativa de arrecadar 2 trilhões de reais. 

Entre as principais empresas incluídas no pacote de privatização estão os Correios, a Casa da Moeda, a Telebras, Eletrobras, Serpro e a Dataprev, sendo as últimas duas as maiores fornecedoras de TI do poder público.

O anúncio fez aumentar a cotação das estatais e o mercado trabalhou com informação de bastidores de que a Petrobras também entraria na fila até o final do Governo, informação que não foi negada pelo Planalto. Quando questionado sobre a possibilidade de privatizar a Petrobras, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que “o governo estuda tudo”. 


PIB do Brasil cresce 0,4% no 2º trimestre

O PIB brasileiro cresceu 0,4% no 2º trimestre, totalizando R$ 1,780 trilhão, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)

O resultado - que foi o melhor para segundos trimestres desde 2013 - veio um pouco acima do esperado pelo mercado e afastou o risco de entrada do país em uma recessão técnica, que é caracterizada por dois trimestres seguidos de retração do PIB.

A alta no 2º trimestre foi puxada, principalmente pelos ganhos da indústria (0,7%) e dos serviços (0,3%). Já a agropecuária caiu 0,4%. Pela ótica da despesa, a taxa de investimento avançou 3,2% e o consumo das famílias cresceu 0,3%, enquanto que o consumo do governo recuou 1%.


Guerra comercial entre EUA e China se agrava

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reagiu às novas tarifas anunciadas por Pequim contra produtos americanos, elevando a taxação sobre bens chineses, ampliando, assim, a guerra comercial que ameaça a economia global. Trump utilizou o Twitter para anunciar as novas medidas e taxou a relação comercial entre os países como “injusta" e afirmou que "a China não deveria ter colocado novas tarifas sobre 75 bilhões de dólares de produtos americanos" por motivação política.

Com isso, o presidente decidiu elevar a tarifa de 25% sobre 250 bilhões em produtos chineses para 30%, a partir de 1º de outubro. E as tarifas sobre 300 bilhões de dólares em produtos, que devem entrar em vigor em 1º de setembro e que eram de 10%, agora serão fixadas em 15%.


Dólar tem a maior alta mensal em quatro anos

Em agosto, a moeda acumulou alta de 8,15% em relação ao real, sua maior valorização mensal desde setembro de 2015. 

Considerando os países emergentes, o peso argentino teve o pior desempenho, devido ao seu cenário doméstico com as preliminares eleitorais. Já o real ficou como a segunda pior moeda emergente, com uma desvalorização bem maior que o terceiro colocado, o peso mexicano, que recuou 4,6%.



Mesmo com queda do Ibovespa em agosto, altas superaram as perdas

Ao longo de agosto, a escalada da tensão comercial entre China e Estados Unidos e notícias sobre uma possível recessão global abalaram a Bolsa e ofuscaram os efeitos da aprovação da reforma da Previdência na Câmara. Embora o cenário internacional tenha provocado instabilidade, o Ibovespa terminou agosto próximo da pontuação do fim de julho.

Em momentos de maior estresse, o índice chegou a ficar abaixo dos 97 mil pontos. A recuperação só se deu nos últimos dias de agosto, quando a Bolsa avançou 3,55% após o crescimento do PIB ter surpreendido positivamente o mercado. 


Selic

Os economistas mantiveram suas projeções para a Selic no fim de 2019 em 5%. A projeção para a Selic no fim de 2020 passou de 5,50% para 5,25%. Em 2021 e no ano seguinte as projeções ficaram em 7% ao ano.

No fim de julho, o Copom anunciou o corte da Selic de 6,50% para 6,00% ao ano. Foi a primeira queda após 16 encontros em que o colegiado manteve a taxa básica estável. Ao justificar a decisão, o BC reconheceu uma evolução no cenário básico e no balanço de riscos para a inflação. Além disso, sinalizou que devem ocorrer cortes adicionais da taxa.

Para entender com maior profundidade esses e outros possíveis cenários, impactos e eventuais ajustes necessários para a sua carteira, converse com um especialista da RB Investimentos. Definir quais investimentos e o percentual de recursos que será destinado para cada um deles é uma decisão que deve contar com a ajuda do gestor da carteira, que irá buscar a melhor rentabilidade ao menor risco possível. Abra sua conta e viva uma nova experiência em investimentos. 








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