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RB News: veja as principais notícias de setembro

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Investir bem é investir com conhecimento. Para isso, ajudamos você a acompanhar os principais acontecimentos econômicos e políticos do último mês, que tiveram impacto no mercado financeiro.

Confira os destaques de setembro:


Copom reduz Selic a 5,50%


Em sua última reunião em 18 de setembro, o Comitê de Política Monetária (Copom) realizou um novo corte na Selic, que agora está a 5,50%. O Copom ainda sinalizou continuidade no ciclo de cortes, o que fez com que as projeções dos bancos para a taxa caíssem para menos de 5% até o final do ano, podendo alcançar o patamar de 4,75%.

Segundo o Copom, a decisão é compatível com a convergência da inflação para a meta. Este ano, a meta de inflação é de 4,25%, sendo que a margem de tolerância é de 1,5 ponto percentual (índice de 2,75% a 5,75%).


Especialistas realizam novos cortes na projeção da inflação para 2019 e aumentam a previsão do dólar 


De acordo com o Relatório Focus divulgado pelo Banco Central na última semana de setembro, economistas de instituições financeiras aumentaram a previsão para o dólar ao final deste ano, de R$ 3,95 para R$ 4,00. Por outro lado, a previsão para a inflação teve queda, ficando agora em 3,43% ao final de 2019. O PIB, por sua vez, foi mantido em 0,87%.


Fed corta a taxa de juros nos EUA pela segunda vez no ano


O Federal Reserve (Fed), banco central dos Estados Unidos, informou, após sua última reunião em 18 de setembro, que decidiu cortar as taxas de juros no país em 0,25 ponto percentual, para o intervalo entre 1,75% e 2%. Esse foi o segundo corte dos juros norte-americanos neste ano. Em julho, o Fed já havia reduzido a taxa em 0,25 ponto percentual - primeiro corte desde 2008.

Entre as justificativas para a decisão foram citadas as perspectivas para o desenvolvimento da economia global e a fraqueza de pressões inflacionárias, embora tenha apontado que a economia norte-americana siga crescendo em um ritmo "moderado".

Essa nova redução confirma a expectativa do mercado e se alinha ao movimento de estímulos dos bancos centrais de diversos países em meio aos receios sobre o crescimento da economia global.


Confiança do consumidor sobe, indicando possível relação com saques do FGTS


O índice de confiança do consumidor, medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), subiu 0,5 ponto em setembro, alcançando 89,7 pontos, seu maior nível desde março (91 pontos).

De acordo com especialistas, a alta da confiança foi influenciada pelo maior ímpeto em relação às compras nos próximos meses, tendência que parece estar diretamente relacionada ao início da liberação dos saques do FGTS. 

O indicador que mede a intenção de compras de bens duráveis foi o que mais contribuiu para a alta da confiança em setembro. Em sentido oposto, os indicadores que medem o otimismo do consumidor em relação à economia e à situação financeira familiar recuaram.


Reforma tributária será votada na Câmara ou no Senado ainda em 2019, diz Maia


O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, afirmou que a reforma tributária deve ser votada ainda este ano, em pelo menos uma das casas legislativas, Câmara ou Senado.

Além das propostas da Câmara e do Senado, que correm em paralelo, ainda existem outras duas, entre elas a do Governo, que também pretende apresentar a sua própria reforma tributária nas próximas semanas. 

Entre os pontos discutidos na proposta do Governo está a diminuição da dedução de Imposto de Renda (IR) e o aumento da classe isenta. Também foi debatida a criação de uma nova CPMF, imposto extinto em 2007, que tributava qualquer transação financeira no país. A tentativa de reintegrar a tributação, impopular entre congressistas e população, gerou a queda do defensor da medida, o ex-secretário da Receita Federal, Marcos Cintra. 

O presidente Jair Bolsonaro reiterou que a CPMF não voltará. 


Alemanha deve entrar em recessão ainda neste trimestre


A economia alemã entrará em recessão neste trimestre, de acordo com projeções do Instituto Kiel para a Economia Mundial (IfW), que reduziu suas previsões de crescimento para a maior economia da Europa devido a disputas comerciais e incerteza sobre o Brexit.

O PIB da Alemanha contraiu 0,1% no segundo trimestre em relação aos três meses anteriores, devido a exportações mais fracas, com a queda nas vendas externas causada principalmente pelo Reino unido e pela demanda abaixo da média da China.

Por sua vez, a chanceler Angela Merkel afirmou aos parlamentares que na atual situação econômica na Alemanha, as receitas tributárias podem ficar abaixo do esperado. Isso poderia limitar o espaço fiscal do governo para combater uma recessão.


Arábia Saudita retoma 100% da capacidade petrolífera após ataques


A Saudi Aramco retomou sua produção total de petróleo, voltando ao nível registrado antes dos ataques às instalações da empresa, em 14 de setembro, afirma o presidente executivo de sua unidade de trading, Ibrahim Al-Buainain.

Os ataques direcionados às unidades de Abqaiq e Khurais causaram um salto nos preços do petróleo, incêndios e danos que reduziram pela metade a produção do maior exportador mundial de petróleo ao interromper o bombeamento de 5,7 milhões de barris por dia.

A Arábia Saudita conseguiu manter o fornecimento a seus clientes nos níveis vigentes antes dos ataques, utilizando petróleo de suas enormes reservas e ofertando tipos diferentes da commodity, provenientes de outros campos, segundo autoridades do país.



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