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Mitos e verdades sobre Fundos de Investimento Imobiliários

Institucional


Criados em 1993 no Brasil, os Fundos de Investimento Imobiliário (FIIs) consistem em uma modalidade de investimento interessante e versátil por mesclar o dinamismo da bolsa de valores com a tradição do investimento em imóveis, que atrai grande parte dos investidores brasileiros. 

Esses fundos tornam o investimento em imóveis ou recebíveis imobiliários mais acessível ao grande público, uma vez que não é necessário dispor de uma quantia elevada que será dedicada a um único empreendimento, ou ainda ter que lidar com inquilinos, financiamentos e outras burocracias. 

Através de um fundo, o investidor faz uma aplicação para adquirir uma ou mais cotas e tem acesso a empreendimentos comerciais, locatários qualificados, pode participar de desenvolvimento imobiliários, participar da receita de shoppings e até mesmo investir em uma estratégia pulverizada de CRIs com um único investimento. Além disso, caso precise de liquidez para uma emergência, é relativamente fácil se desfazer desses investimentos, uma vez que basta vender as suas cotas em um processo muito mais simples e rápido do que a venda de um apartamento, por exemplo. 

Os rendimentos desses fundos vêm de duas formas, sendo a primeira delas a valorização das cotas, que depende de fatores como a localização do empreendimento, qualidade do ativo, preço das cotas, taxa de juros e andamento do mercado. A negociação ocorre diariamente na bolsa de valores. A outra é através do recebimento dos aluguéis mensais. Ela funciona como nos imóveis físicos, ou seja, mensalmente esse dinheiro estará disponível na conta do investidor. 

Apesar de já estarem no mercado há algum tempo e de terem cada vez mais adeptos, os FII’s ainda geram algumas controvérsias. Por isso, vamos esclarecer aqui algumas verdades e mentiras que escutamos sobre essa modalidade de investimento:


É isento de imposto de renda. 

Verdade. Investidores pessoas físicas são isentos do imposto de renda sobre os rendimentos, desde que o fundo seja listado em Bolsa e tenha, no mínimo, 50 cotistas - condições que quase todos os fundos da modalidade cumprem. Já o ganho de capital, isto é, a venda de cotas com lucro, é tributada em 20% sobre o lucro líquido. 


É uma boa opção para o investidor agressivo, que gosta de especular no curto prazo.

Mentira. Quem é especulador deve buscar ativos com alta volatilidade e alta liquidez. Não é o caso dos FIIs. A volatilidade dos FIIs é menor do que das ações, opções e contratos futuros. A liquidez também é menor do que das ações. É possível especular no curto prazo e até fazer day trade com cotas de FII, mas não é a melhor classe de ativos para essa finalidade.


Os FIIs são um investimento mais seguro que a compra de imóveis.

Verdade. Em muitos casos, comprar um imóvel físico para investir só é recomendado se você é um expert do mercado imobiliário da sua cidade e caso possua bastante tempo para análise de todos os detalhes de cada empreendimento, como localização do imóvel, construtora, potencial de valorização. Ainda assim você terá que arcar com custos extras, como manutenção, crédito, eventuais inadimplências de inquilinos ou ainda correr o risco da desvalorização do imóvel ou de não conseguir vender ou locar. Além disso, o valor a ser investido é muito mais alto do que o valor de uma cota em um fundo imobiliário. 


FII é um investimento de renda fixa.

Parcialmente verdade. Os Fundos Imobiliários têm características de renda fixa e variável. 

Fundos que investem em imóveis para lucrar com sua valorização e têm seus rendimentos condicionados à essa valorização são ativos de renda variável. Já os fundos imobiliários de papel são fundos com algumas características de renda fixa, uma vez que investem em títulos de renda fixa. Os fundos que investem em imóveis para aluguel, por sua vez, podem ser considerados híbridos. O aluguel tem características de renda fixa, no entanto, se o fundo perder inquilinos, ficando com parte dos seus imóveis vagos, ele deixa de receber aluguéis, o que pode reduzir a remuneração paga aos cotistas. Porém, todos os FIIs estão sujeitos à valorização ou à desvalorização de suas cotas, conforme a demanda na Bolsa. 


Os FIIs são voltados para grandes investidores.

Mito. Por conta do baixo custo do investimento, os FIIs são uma excelente opção para o pequeno e médio investidor. Isso porque é possível participar de um Fundo Imobiliário e comprar ativos investindo pouco.


Conclusão

Como pudemos ver, a principal vantagem dos FIIs é a possibilidade de valorização das cotas desses fundos e a facilidade que eles oferecem aos mais diversos tipos de carteira e perfis de investidores, permitindo o acesso a rendimentos oriundos de diversos negócios imobiliários sem, necessariamente, precisar investir em cada um deles.

Essa ainda é uma forma de minimizar os riscos de investir em imóveis, uma vez que seu capital estará alocado em um conjunto de propriedades e negócios do setor, diversificando seus investimentos.


Nós, da RB Investimentos, contamos com uma curadoria criteriosa de fundos e podemos te ajudar a encontrar a melhor opção para você e seu patrimônio. Conte com nossos especialistas para te ajudar a encontrar as melhores opções, que tenham aderência ao seu perfil de investidor e objetivos. 

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