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Banner Blog Ata do Copom e banqueiros centrais na semana 21-25/09

Ata do Copom e banqueiros centrais na semana 21-25/09

Política monetária volta ao centro do holofote, com banqueiros centrais discursando e documentos importantes sendo divulgados.

Ata do Copom e banqueiros centrais na semana 21-25/09

Política monetária volta ao centro do holofote, com banqueiros centrais discursando e documentos importantes sendo divulgados.

A semana será fértil em relação a pronunciamentos de presidentes dos principais bancos centrais do mundo, constando na agenda discursos de Jerome Powell (Estados Unidos), Andrew Bailey (Inglaterra) e Haruhiko Kuroda (Japão).

A maioria deve se colocar favorável a uma nova rodada de estímulos fiscais, alegando que a política monetária dos países já estão extraordinariamente estimulativas. Ainda assim, devemos ter uma postura colaborativa, com as personalidades indicando que podem flexibilizar ainda mais seus instrumentos, caso seja necessário.

Ao longo da semana também teremos dados de PMI das principais economias globais. Com a piora do controle da pandemia em diferentes regiões, podemos ter uma piora nos indicadores que funcionam como termômetros da atividade.

No Brasil, destaque para a ata do Copom (terça-feira), depois teremos o IPCA-15 de setembro e o Relatório Trimestral de Inflação (quarta-feira).

Os preços de alimentos continuam em patamares mais elevados, logo existe uma expectativa que a instituição aborde o tema nos documentos. Explicando as razões que os levam à não se preocupar com tal comportamento.

Na parte política, o presidente Jair Bolsonaro usará o discurso de abertura nos debates da 75.ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), amanhã, para rebater críticas de que o governo brasileiro segue inerte na questão ambiental. Temos diversos fundos estrangeiros reduzindo sua exposição à Brasil, principalmente por preocupações com o meio ambiente, logo uma postura de embate do presidente pode aumentar ainda mais as críticas. Recentemente as imagens das queimadas na Amazônia e no Pantanal pioraram a imagem brasileira no exterior.

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