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Banner Blog Bancos Centrais no centro do holofote da semana 07-11/12

Bancos Centrais no centro do holofote da semana 07-11/12

A semana é bem focada em políticas monetárias pelo mundo.

Bancos Centrais no centro do holofote da semana 07-11/12


A semana é bem focada em políticas monetárias pelo mundo.


No Brasil, teremos o IPCA de novembro, terça, que deve trazer os preços ainda em um patamar mais elevado. Embora ainda alheio ao ajuste da Aneel anunciado recentemente.

Na quarta, teremos a decisão do Copom. Embora a expectativa por manutenção da Selic em 2% a.a. seja unanimidade, existem dúvidas em torno do comunicado. O Banco Central pode começar uma mudança na linguagem e mensagem, para reorientar o mercado em torno de seus planos. Ou pode reafirmar sua visão.
No exterior, decisões de políticas monetárias no Peru, Chile, Canadá, e o grande foco, Banco Central Europeu na quinta.
A instituição deu grandes indícios que postergará o pacote de compra de ativos da metade de 2021 para, ao menos, o final do próximo ano. Também cogita-se que eles aumentem o volume comprado.
Teremos também novas leituras de PIB do terceiro trimestre na Zona do Euro e no Japão.

Saindo um pouco da agenda de indicadores, vale acompanhar a movimentação em Brasília após a decisão do STF de proibir reeleições no Congresso.

O senador Davi Alcolumbre é o principal afetado. Era a disputa mais fácil das duas. Ganha força o senador Eduardo Braga ( líder do MDB).

De maneira geral, o MDB deve reivindicar a candidatura, pois no Senado é mais forte a tradição de que a maior bancada faz o presidente, ainda que isso não queira dizer que não haverá disputa. Também devem ser candidatos, Fernando Bezerra e Eduardo Gomes, líderes do governo (o que cria resistência na oposição) e Simone Tebet, com mais apoio fora do MDB do que dentro.

Na Câmara, esse quadro dificulta a ideia do grupo de Rodrigo Maia de lançar o deputado Baleia Rossi (MDB), pois é improvável que o MDB consiga comandar as duas casas. Por ora, a candidatura consolidada é a do deputado Arthur Lira (PP). Como plano B do governo, ministra Tereza Cristina ou o ministro Fábio Faria.

O Brasil voltará a discutir reformas em março, após as decisões de Brasília.

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