Compartilhe:
Banner Blog Copom e Biden devem agitar mercados na semana 18-22/01

Copom e Biden devem agitar mercados na semana 18-22/01

A semana tem uma agenda cheia e pode ter grande volatilidade conforme os eventos ocorram.

Copom e Biden devem agitar mercados na semana 18-22/01


A semana tem uma agenda cheia e pode ter grande volatilidade conforme os eventos ocorram.

Internamente, destaque para a reunião do Copom na quarta-feira, reunião em que o mercado não aguarda mudança na Selic, mas monitora a comunicação. Alguns analistas entendem que o foward guidance será retirado, e uma sinalização que estamos próximos de altas de juros será dada. Outros julgam que o Banco Central baterá na tecla de uma recuperação lenta, afastando a expectativa de uma alta em breve.

No exterior, a posse de Joe Biden como novo presidente americano é o grande destaque. Fontes americanas afirmam que ele inaugurará seu mandato com um discurso de união e interna. Vale ficar atento se ele mencionará o Brasil de forma negativa, principalmente ao falar sobre a questão ambiental.

A possibilidade de atos violentos nos Estados Unidos também deve ser acompanhada. Ainda vale uma atenção para líderes do Congresso se pronunciando sobre o processo de impeachment de Trump e a votação de um pacote de estímulos econômicos proposto por Biden.

Ainda no exterior, teremos decisões das taxas de juros no Banco Central Europeu e Banco do Japão. Ambos devem reforçar que estão dispostos a ajudar as economias locais, entendo que a pandemia seguirá afetando a atividade neste começo de 2021.

Tivemos já nesta segunda-feira, os dados da economia chinesa no último trimestre de 2020. No período, a economia chinesa cresceu 6,5% na comparação anual, acima dos 6,0% projetados por investidores. Com isso, a China cresceu 2,3% em 2020 sobre o ano anterior, anunciou o Escritório Nacional de Estatísticas.
O indicador também indica uma aceleração da atividade econômica no país, já que, no trimestre anterior, o crescimento do PIB foi de 4,9% na comparação anual. Como eles são o principal parceiro comercial do Brasil, uma aceleração pode estimular o PIB interno.

Por último, vale escutar a nova secretária do Tesouro, Janet Yellen, que discursa ao Congresso na terça-feira, e deve contemplar o tema câmbio em sua fala. Mercados de moedas globais prometem grande reação à sua postura.

Armazenamos cookies em seu dispositivo para proporcionar uma melhor experiência. Ao utilizar esse site, você concorda com nossa política de privacidade