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Banner Blog Desconfiança em torno do IPCA-15 é destaque da semana 19-23

Desconfiança em torno do IPCA-15 é destaque da semana 19-23

Após dados de inflação acima do esperado, mercado volta os olhos para o IPCA-15 de outubro, que pode confirmar visão de investidores ou do Banco Central, sobre o comportamento dos preços

Desconfiança em torno do IPCA-15 é destaque da semana 19-23


Após dados de inflação acima do esperado, mercado volta os olhos para o IPCA-15 de outubro, que pode confirmar visão de investidores ou do Banco Central, sobre o comportamento dos preços.


Com a agenda de indicadores mais esvaziada que a semana anterior, os próximos dias devem ter como destaque os balanços corporativos do terceiro trimestre.

Como visto na última semana, empresas tem reportado resultados melhores que o projetado por investidores. A única coisa que tem segurado reações mais fortes, são as novas medidas de restrições na Europa e em partes dos Estados Unidos. Ou seja, mercado comemora a surpresa positiva, mas lamenta a perspectiva pior para o quarto trimestre.

No Brasil, teremos como grande indicador econômico da semana o IPCA-15 de outubro, sexta-feira. O boletim Focus já coloca um IPCA acima do limite inferior da meta em 2020, algo que era inimaginável na metade do ano. Em parte influenciado pela recuperação mais forte que o projetado, em parte pelo dólar desvalorizado, o importante é acompanhar a dinâmica do IPCA. Por enquanto, os itens de alimentação são os responsáveis por essa alta expressiva, caso componentes do índice mais ligados à serviços subam, teremos problemas.
Enquanto no exterior, já começamos a descobrir os PMI’s de outubro na sexta-feira, com o número da Zona do Euro. Os itens de perspectiva devem refletir o freio na reabertura das economias.

Ainda na agenda, teremos um debate entre o presidente americano, Donald Trump, e o candidato democrata, Joe Biden. Com o segundo disparando nas pesquisas eleitorais, esse pode ser um evento chave para o resultado final das eleições, logo provoca volatilidade.

Ainda valem dois últimos destaques, para o Livro Bege do Fed e para a reunião da OPEP, que deve definir um corte de produção até 2021.

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