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Setorial Supermercados

O setor de supermercados tradicionalmente é um dos menos impactados por crises. O histórico brasileiro mostra que a população faz trocas nos produtos consumidos, mas a conta de supermercado é a última que deixa de pagar. Durante a pandemia, novamente o comportamento foi semelhante.

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O setor de supermercados tradicionalmente é um dos menos impactados por crises. O histórico brasileiro mostra que a população faz trocas nos produtos consumidos, mas a conta de supermercado é a última que deixa de pagar. Durante a pandemia, novamente o comportamento foi semelhante. Ocorre um impacto, mas ao contrário das demais vendas no varejo, as vendas de supermercados têm um limite inferior bem mais alto.

Na pandemia, o setor ainda está sendo impactado positivamente pelo auxílio emergencial. Segundo a ABRAS, Associação Brasileira de Supermercados, 60% do valor do benefício está sendo utilizado pelas famílias com gastos em alimentação. Também ocorreu o sentimento de medo de desabastecimento, principalmente no começo da pandemia, levando as famílias a estocarem produtos.

Aos olhos dos grupos médios e grandes, a pandemia foi utilizada para ganhar mais market-share por conta da maior capacidade financeira para formação de estoques e postergar o repasse de preços. Este último ponto ainda mais relevante em 2020, quando o Brasil foi impactado por um choque nos preços de alimentos.

Importante lembrar que o benefício deve ser prolongado por mais 3 meses, além do prazo original. Somado a uma recuperação natural da economia. O Boletim Focus subiu as projeções de crescimento do PIB de 3% em janeiro para atuais 5%, com viés positivo. O ritmo de vacinação mais acelerado deve impulsionar essa melhora da economia. O Ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou que toda a população adulta estará vacinada em setembro.

O setor de varejo alimentar tem apresentado um crescimento de 6% ao ano, o que atraiu o interesse de grupos europeus e americanos para aquisições recentes. Observamos uma mudança importante do consumidor brasileiro, migrando da preferência de hipermercados para atacarejos nos últimos anos. O grupo de hipermercados representava 40% das vendas em 2011, hoje está em torno de 30%, segundo o Planet Retail. Enquanto o cash & cary (atacarejo) subiu de 23% para 35% no mesmo período.




Relatório Completo Setorial Supermercados.pdf

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